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O Circuito

Cicloturismo na Amazônia | Trilhas Amazônicas foi todo elaborado com prioridade para que possamos percorrer de bicicleta somente as estradas de chão, contemplando as paisagens e aproveitando ao máximo a energia que vem da natureza. 

Cicloturismo na Amazônia | Trilhas Amazônicas também foi elaborado para atender diversos tipos de público, desde inciantes no ciclismo/cicloturismo até veteranos, desde jovens até idosos como participantes ou mesmo como um turista que não é ciclista mas que possa estar nesta excursão acompanhando os demais amigos. Destacamos na página sobre Os Serviços todo o suporte que podemos oferecer para atender as necessidades de quem deseja participar.

Cicloturismo na Amazônia | Trilhas Amazônicas foi idealizado para que possamos curtir ao máximo os momentos de aventura pedalando e conhecendo os atrativos ecológicos, mas vamos ter diversos momentos em que teremos a oportunidade de aproveitar bastante os atrativos culturais, de forma que cada participante do circuito poderá tirar o máximo de proveito.

Descrição:

Cicloturismo na Amazônia | Trilhas Amazônicas tem um total aproximado de 430 km de percurso de excursão com início e término na cidade de Santarém (PA), e tem As Etapas divididas em até 7 dias. O circuito completo pode ser dividido em duas partes, uma parte em terras banhadas pelo Rio Tapajós e outra parte em terras banhadas pelo Rio Amazonas. A primeira parte do circuito é na região banhada pelo Rio Tapajós e tem 152 km (Aeroporto/Santarém/Alter do Chão/Belterra/Flona Tapajós/Santarém), sendo Alter do Chão (praia de água doce mais bonita do mundo) e Flona (Floresta Nacional do Tapajós) os grandes atrativos ecológicos. Os maiores desafios a pedalar são opcionais, mas podem ser superados por quem estiver com boa vontade e bem preparado fisicamente. Nesta excursão completa, após a primeira parte do circuito, faremos uma bela viagem de aproximadamente 5 horas de barco para atravessar do Rio Tapajós para o Rio Amazonas, vamos passar pelo encontro dos dois rios e chegaremos à outra margem. Às margens do Rio Amazonas, começa a segunda parte do circuito e tem 183 km (Alenquer/Vale do Paraíso/Monte Alegre), a ser percorrido entre fazendas o tempo todo, Vale do Paraíso (um vale de formação rochosa, com riqueza de fauna e flora, e belíssimas cachoeiras) e Parque Estadual de Monte Alegre (floresta, escrituras rupestres e cavernas) são grandes atrativos ecológicos até os quais faremos uma parte do percurso pedalando. Vamos ter dias em meio a belas paisagens e também uma viagem de aproximadamente 5 horas de barco Monte Alegre/Santarém como opção de retorno para o ponto de partida. Podemos prever que, o último dia do circuito será em Santarém com percurso aproximado de 95 km, sendo a última parte do circuito de cicloturismo com aproximadamente 20 km neste dia. Em todo o percurso haverá sempre o suporte de Serviços Inclusos para todos os participantes.

Cicloturismo na Amazônia | Trilhas Amazônicas tem no total 430 km totalmente no meio da natureza da floresta amazônica, teremos aproximadamente 200 km a percorrer de bicicleta em boas estradinhas de terra e trilhas até os atrativos ecológicos, teremos As Etapas a serem percorridas pedalando, os trechos de estrada asfaltada serão evitados e serão percorridos em transporte coletivo e em particular para todos os participantes, e teremos momentos voltados para os atrativos históricos e culturais.

Você ficou interessado?


Solicite todas as informações sobre como contratar o serviço enviando e-mail para companyfroes@gmail.com com o título "Trilhas Amazônicas".



Detalhes sobre os atrativos ecológicos, históricos e culturais do Circuito de Cicloturismo Nas Trilhas da Amazônia:

A) SANTARÉM

É o ponto de referência para o início e final do Cicloturismo na Amazônia | Trilhas Amazônicas.
Santarém foi fundada então pelo Padre João Felipe Bettendorff em 22 de junho de 1661 sob o nome de "Aldeia dos Tapajós". Logo ao chegar, o fundador construiu a primeira capela de Nossa Senhora da Conceição. É uma das cidades mais antigas da região da Amazônia e está incluída no plano das cidades históricas do Brasil, sendo uma das mais antigas e culturalmente significativas cidades do Pará. No município existe mais de 100 quilômetros de belas praias banhadas por rios de água doce. O clima dominante é quente e úmido, característico das Florestas Tropicais. 
Em frente a cidade o Rio Tapajós se encontra com o Rio Amazonas, formando o famoso encontro das águas, um dos principais cartões postais da cidade.
Uma das manifestações culturais no município é a cerâmica tapajônica que apresenta representações de humanos ou animais em relevo. Esta cerâmica é tão perfeita que chega a ser comparada com a mais fina porcelana chinesa. Existem peças de cerâmicas tapajônicas espalhadas por vários museus do mundo. Outra característica é o realismo da representação do homem ou do animal.
Quem nasce na cidade de Santarém é chamado de “Mocorongo”. Em outras regiões do Brasil “mocorongo” é um termo pejorativo. Mas vale a pena destacar que a escolha do nome é proposital e tem a intenção de valorizar o sentido original da palavra que tem raízes na cultura indígena, e quer dizer gente humilde e receptiva. Na Amazônia “mocorongo” é também sinônimo de desenvolvimento, educação e participação. O nome “Santarém” foi dado pelos colonizadores portugueses em homenagem a uma cidade homônima, em Portugal este termo é conhecido como uma espécie de uva trincadeira no formato oval.

B) ALTER DO CHÃO

É o principal ponto turístico de Santarém, pois abriga a mais bonita praia de água doce do mundo segundo o jornal inglês The Guardian, ficando conhecida popularmente como Caribe Brasileiro.
A origem do nome é uma homenagem à cidade portuguesa de Alter do Chão. 
Até o século XVIII, a vila era habitada majoritariamente por comunidades indígenas Boraris. Ainda se tem vestígios dos nativos devido a existência de diversos locais com grande quantidade de pedaços de barros e frequentemente são encontrados peças na forma de cabeça de urubu, círculos com furo no meio, cachimbos, entre outros além de machados com pedra polida.
No início do século XX, Alter do Chão era uma das rotas de transporte do látex extraído das seringueiras de Belterra e Fordlândia. Foi um período curto de desenvolvimento para a vila. Mas a partir da década de 1950, ocorreu a decadência do extrativismo amazônico e a vila foi atingida pelo deficit econômico. Desde a década de 1990 até os dias de hoje, o atual distrito aposta no turismo para evoluir economicamente, no qual obteve bons resultados.
Alter do Chão também é a porta de entrada para outros balneários, como, por exemplo Pindobal e Porto Novo, em Belterra, e Ponta de Pedras, em Santarém.

C) PONTA DE PEDRAS

Ponta de Pedras é uma pequena vila de pescadores, banhada pelo Tapajós. A praia apresenta grande beleza cênica, com destaque para as enormes rochas negras que se erguem na beira do rio e a presença de vegetação próxima às margens.

D) PINDOBAL

A praia do Pindobal chama atenção por ser pouco badalada. Está localizada entre Alter do Chão e o município de Belterra. É igualmente linda a outras praias da região, mas tem como diferencial a calmaria, o silêncio, a privacidade do banhista. É um lugar para onde se pode desfrutar das águas límpidas do Rio Tapajós e das areias brancas encontradas ali. O pôr do Sol visto desta praia permite uma visão ampla do horizonte.
Neste ponto onde é praia de Pindobal, o rio é grande e possui sua maior largura, 19 km de uma margem até a outra. É um verdadeiro espetáculo da natureza.

E) BELTERRA

Belterra começou a ser construída em 1934 como vila com casas e ruas totalmente no estilo arquitetônico dos Estados Unidos. Foram 15 anos de domínio norte-americano mas o suficiente para que a herança sobrevivesse até os dias atuais. Na sua principal avenida ainda tem: hidrantes vermelhos iguais aqueles que vemos nos antigos filmes americanos; casas de madeira com a porta de entrada principal de frente para a rua sem muros somente com jardins na frente e os quintais ao fundo; calçadas amplas e cobertas pela sombra das árvores; no final da avenida principal há construções históricas feitas com madeiras que estão servindo de sede da prefeitura, secretarias e câmara municipal. E aí vem a pergunta: - Porque tudo isso foi construído dentro da Floresta Amazônica? O magnata americano Henry Ford (fundador da Ford Company) idealizou na região uma imensa plantação de seringueiras para poder extrair o látex e investiu na ampliação de seus negócios fundando Belterra. As seringueiras são uma espécie de árvore típica da região e era a principal matéria prima para a borracha utilizada em diversas peças de seus carros. Ford nunca foi na Amazônia, mas enviou a seu líder em solo brasileiro todo o material utilizado na construção das casas e a mão de obra especializada para a construção e também para a plantação e manutenção dos seringais. O projeto fracassou! Por quê? A Companhia precisava de 18.000 trabalhadores mas chegaram a ter no máximo 5.000, isso rendeu uma baixa produção e na mesma época houve o aumento da comercialização de borracha sintética na Malásia. E não foi só isso! Ainda aconteceu o falecimento de seu único filho (Edsel Ford) que gerenciava a empresa. Naquela época a estrutura arrojada deu para Belterra o status de vila de primeiro mundo no meio da floresta amazônica.

F) FLORESTA NACIONAL DO TAPAJÓS

A cobertura florestal fortemente preservada torna a Floresta Nacional do Tapajós uma das unidades de conservação mais visitadas na região norte do Brasil. A Floresta Nacional do Tapajós é conhecida por suas belezas naturais. O grande rio que banha as terras ribeirinhas muda de cor a cada hora do dia - ficando azul, amarelo, laranja, vermelho e prateado. Também muda de tamanho. No inverno, quando chove bastante, fica bem cheio formando os igapós. De canoa é possível andar no meio da floresta. Já no verão, o rio baixa, fica encolhidinho, quando aparecem as praias com suas areias brancas possibilitando a atividade da piracaia. A água é transparente e limpa, repleta de peixes de diferentes espécies.
Nos lagos, perto dos burutis, encontram-se tracajás, jacarés e pássaros alguns raros. Os igarapés que cortam as terras da Flona têm águas frias e limpas, propícias para um bom banho. Ao seu redor tem açaizais, bacabais e outras palmeiras que são importantes fontes de alimento.
É um floresta para admirar, com árvores altas e grossas, como a sumaúma. Tem madeira de lei como o cedro, o jatobá e outras que fornecem óleos como a andiroba e a copaíba, além de seringueiras, cortadas na diagonal para se extrair seu leite. São tantas espécies, com frutos tão diferentes, que é difícil conhecer todas, mas pode-se avistar castanhas do Pará e a sapucaia. 
A Floresta Nacional do Tapajós tem três principais comunidades nas quais faremos visitação: São Domingos, Maguari e Jamaraquá. É possível visitar artesanatos e também objetos feitos com o couro ecológico. A Floresta Nacional do Tapajós tem milhares de atrativos, é imperdível para quem gosta de natureza.

G) ALENQUER

A pequena cidade do interior paraense conta com muitas belezas naturais. Dentre elas, destacam-se as cachoeiras do Vale do Paraíso. 
O município de Alenquer também conta com uma formação rochosa erodida pelo vento, que esculpiu gigantescas figuras, onde povos primitivos fizeram inscrições e desenhos até hoje não decifrados, é a Cidade dos Deuses.
Beleza natural, misticismo e muitas histórias não faltam em Alenquer.
Os acidentes geográficos mais importantes no município de Alenquer são os rios Amazonas e o Curuá, com o seu principal afluente, o Cuminapanema. Contém várias cachoeiras, entre elas Cachoeirinha (uma das menores existentes no rio Curuá), Cajuti, Benfica, Japi, Brigadeiro, Cumaru, Tracajá, Três Botas, Birimbau, Ariramba, Frieira e do Pilão.
Quanto aos lagos, destacam-se as belas paisagens, com vitórias régias, praias, garças e as conchas de itã. Os mais conhecidos são o Curumu, Uruxi, Capintuba, Botos; Lago Grande de Juaru e outros; as ilhas Araripi, Juruparipacu entre outros.
O nome Alenquer é dado em homenagem à cidade portuguesa de mesmo nome.

H) VALE DO PARAÍSO

O Vale do Paraíso está localizado na divisa entre os dois municípios (Monte Alegre e Alenquer). É a junção de três lindíssimas cachoeiras, refúgio de antigas tribos indígenas. É um vale formado pela extinção de um rio, que com o tempo foi se transformando em um igarapé de águas cristalinas que corre sobre lápides de pedra e caem esplendorosamente formando diversas cachoeiras. Três dessas cachoeiras podem ser visitadas em um dia só, são elas: cachoeira Paraíso (12 metros de queda), Véu de Noiva (18 metros de queda) e Preciosa (35 metros de queda livre). É um espetáculo passar a noite no lugar, os chalés rústicos ficam quase dentro de uma das cachoeiras e na madrugada a sensação é de frio, muita umidade e um som que dá a ideia de uma chuva torrencial. O lugar ideal para ler, descansar e aproveitar banhos massageantes nas cachoeiras é um vale de belezas naturais em que toda a reserva florestal faz com que fiquemos impressionados pela sua paz e integração ecológica entre o homem e a Floresta Amazônica. É rico em vida vegetal e animal, um lugar magnífico e propício para aventuras como: trilhas na selva, passeios ecológicos, noites na mata, e outras atividades que não são a minha especialidade mas podem ser a sua. 

I) MONTE ALEGRE

O nome Monte Alegre é em homenagem a uma cidade portuguesa.
Ladeiras, mirantes e uma paisagem composta de serras, lagos e rios fazem de Monte Alegre uma cidade diferente em meio à imensidão verde da planície.
Pesquisas arqueológicas recentes revelam que o primeiro homem do continente era brasileiro e viveu nesta região.
Quem nasce em Monte Alegre é chamado de "Pinta Cuia", por ter sido inciada neste município, a pequena indústria doméstica de cuias pintadas . O processo de preparar e pintar cuias é muito antigo na região, a prática desenvolvida pelos índios atravessou os séculos e continua sendo apreciado não só na região, mas também em vários estados brasileiros, e principalmente no exterior, onde as cuias são reconhecidas como verdadeiras obras de arte. As pinturas nas cuias retratam detalhes da riqueza da região, demonstram a beleza da fauna e da flora amazônica.

J) PARQUE ESTADUAL DE MONTE ALEGRE

O Parque Estadual de Monte Alegre (PEMA) é uma das 5 Unidades de Conservação de Proteção Integral do Estado do Pará. De acordo com os recentes estudos arqueológicos realizados pela norte-americana Anna Roosevelt, o primeiro homem do continente americano era brasileiro e viveu há cerca de 11.200 anos a.C. em um conjunto de cavernas nas serras (Ererê e Paytuna) que estão dentro da área que hoje é chamada de PEMA. Os resultados concluíram que os paleoíndios (os primeiros habitantes das Américas) viveram na região amazônica. Com isso, agora há provas convincentes sobre a ocupação humana na AméricaHá fragmentos em pedras e cerâmicas na região das cavernas, inclusive na Serra de Paytuna tem muitas escrituras rupestres no paredão conhecido como Pedra do Pilão. As cavernas já não são mais habitadas por aproximadamente 400 anos, desde a chegada dos europeus na região. O PEMA é uma nova experiência, mas que proporciona a real oportunidade de ter um dia ímpar na sua vida.

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